Ou seja, quando soube das “Festas da Gripe” em Inglaterra, onde pessoas infectadas com o vírus H1N1 se juntam a outras que querem ser infectadas, com o objectivo de serem logo tratadas ficando imune à gripalhada que aí vem, pensei: aí está um bom negócio para trazer para Portugal em regime de Franchising.
Já tentei contactar a família Rocha, proprietária de todas as Discotecas em Portugal que tenham Kapas no nome, como sejam, a Kapital, o Kubo, a Taska, o Kuduro (brevemente)... para lançarmos a Discoteca “Gripe K”. Obviamente mantendo o nível na selecção das pessoas que tentam a sua sorte à entrada:
- Porteiro (P): Boa noite.
- Jovem candidato à Gripalhada (J): Boa Noite. Somos 4 pessoas.
- P: Têm Boletim das Vacinas?
- J: Não...
- P: Então vão ter de pagar contágio mínimo.
- J: E quanto é?
- P: São 30 euros por pessoa, com direito a um espirro ou dois apertos de mão.
- J: Ok. E a que horas é que abre a pista?
- P: Vai abrir agora às 2:00h, com 12 pessoas com muita febre, tosse, vómitos e alguma diarreia...
- J: Boa! A noite promete! Obrigado.
Discoteca Gripe K – Saturday Night Fever!



























